
Editoras Universitárias Para Quê?
Editoras Universitárias Para Quê? reúne dois textos de escopo diverso e complementar, nascidos da prática editorial em importantes instituições universitárias. No primeiro, Paulo Franchetti, que durante onze anos presidiu a Editora da Unicamp, reflete sobre a história da produção estatal de livros, bem como sobre o crescimento da imprensa universitária e a constituição de público para livros técnicos e monografias eruditas. No segundo, Plinio Martins Filho consubstancia muitos anos de estudo e atuação no campo do livro acadêmico. Depois de significativa experiência em editora de mercado, Plinio participou da reorganização editorial da Editora da Universidade de São Paulo, Edusp, que presidiu por muitos anos. É com base na sua cinquentenária vivência editorial que expõe e discute aqui os caminhos e desafios para criar e manter uma editora universitária, focando nos aspectos conceituais, bem como nas questões prementes da prática editorial cotidiana, incluindo a atividade docente, fundamental para a formação de editores. Este volume documenta, assim, um momento particularmente feliz das editoras universitárias, no qual elas foram dirigidas por intelectuais especialmente talhados para a sua tarefa, seja pelo preparo e competência técnica, no caso de Plinio, seja pela plena dedicação à causa do livro universitário, no caso de Paulo.
Projeto Gráfico e Capa: Casa Rex
Foi editado na Argentina, em 2026, em castelhano.
Dicionário Grego-Português
Dicionário Grego-Português
Primeira obra de tal envergadura em Língua Portuguesa, o Dicionário Grego-Português, agora em volume único, é uma valiosa ferramenta de trabalho para pesquisadores, tradutores, professores e estudantes.
- Aproximadamente 50 mil entradas
- Vocabulário do Novo Testamento
- Verbetes complexos em quadros explicativos
- Informações dialetais
- Etimologia
- Definições e exemplos
- Regência nominal e verbal
Velhos Amigos
A publicação de Velhos Amigos é um acontecimento: depois de lançar Memória e Sociedade – Lembranças de Velhos, um dos mais originais e importantes ensaios sobre a memória individual e coletiva no Brasil, Ecléa Bosi volta ao tema, desta vez em abordagem literária.
Aqui, lembranças reais de velhos operários, imigrantes e outros personagens anônimos da vida brasileira estão organizadas em pequenas narrativas entre o conto, o poema e a crônica, para serem lidas por jovens, crianças, adultos e velhos.
Como diz Adélia Prado na apresentação do livro, “Velhos Amigos bate à porta e o recebemos na cozinha, lugar bom de escutar o guardado na memória do afeto”.
Ilustração: Odilon Moraes
Contos da Nova Cartilha – Segundo Livro de Leitura – Vol. 1
“Se numa manhã de verão ensolarada formos passear no bosque ou nos campos, veremos diamantes sobre a relva”, escreve Tolstói em uma das historietas contidas neste precioso volume. Da mesma forma que a natureza propõe seus pequenos milagres, cabendo a cada um de nós buscá-los nos momentos os mais corriqueiros de nossas vidas, a leitura nos convida a um passeio pelo bosque onde os caminhos de descoberta são tantos quanto a imaginação dos leitores. Durante a caminhada nosso mestre ainda nos ensina que nem tudo o que reluz é diamante, pois também a matéria se transmuta sob o olhar atento e aberto às experimentações. Então o orvalho se transforma em água cristalina, e “nos parecerá a mais saborosa das bebidas”. Não poderia haver metáfora mais apropriada para descrever a experiência de leitura dos Contos da Nova Cartilha, de Liev Tolstói. [Marisa Midori Deaecto]
Organização: Belkiss Rabello
Tradução: Aurora F. Bernardini e Belkiss Rabello
Prefácio: Alcides Villaça
Ilustrações: Alunos da Escola Infantil de Artes n. 9, da cidade de Ijevsk, Rússia
Projeto Gráfico: Gustavo Piqueira e Samia Jacintho / Casa Rex

















