Cancioneiro

(3 avaliações de clientes)

R$189,00

O Cancioneiro de Petrarca, concluído por volta de 1370, foi o principal modelo de poesia lírica amorosa no Ocidente. Nele, Petrarca abriu o caminho para uma poesia do sentimento, num jogo emocionante com a razão, e com uma nova linguagem. O que há de solene, de quase escultural em Dante torna-se variado, por vezes esvoaçante, em Petrarca. A fortuna favoreceu mais o primeiro, mas o segundo deixou marcas mais fundas, que perduram até hoje na poesia.

Tradução: José Clemente Pozenato

Ilustrações: Enio Squeff

Coedição: Editora da Unicamp

Fora de estoque

3 avaliações para Cancioneiro

  1. mairacm

    Que edição caprichada! Bilíngue, com a fonte original no mesmo tamanho da tradução, ilustrações lindíssimas, diagramação impecável. Já conhecia as edições de bolso da coleção “Clássicos Ateliê” e para mim são simplesmente as melhores, mas esse é o primeiro livro da coleção clássicos comentados que eu compro. Nota 1000.

  2. geeedmartins

    Edição primorosa de textos que não mereciam menos que isso. Para ler e reler…

  3. Wilker

    Olá! A Ateliê editorial pretende relançar esse título? Queria!

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Sumário

Petrarca: O Poeta que Nunca Morreu – Armindo Trevisan

Vida e Obra de Petrarca

 

Cancioneiro

I

II

III

IV

V

[…]

LIX (Balada 4)

LX

LXI

LXII

LXIII

[…]

LXXXIV (Soneto 63)

LXXXV

LXXXVI

LXXXVII

LXXXVIII

LXXXIX

[…]

CCLXIV

CCLXV

CCLXVI

 

Depois da Morte de Laura

CCLXVII

CCLXVIII

CCLXIX

CCLXX

CCLXXI

CCLXXII

CCLXXIII

CCLXXIV

[…]

CCCXX (Soneto 279)

CCCXXI

CCCXXII

CCCXXIII

CCCXXIV

[…]

CCCLXIII

CCCLXIV

CCCLXV

CCCLXVI

 

 

Informação adicional

Peso 1.305 kg
Dimensões 18 × 26.7 cm
ISBN

978-85-7480-679-2

Páginas

536

Edição

Ano

2014

Encardenação

Capa dura

Autor(es)

  • Enio Squeff
    Enio Squeff iniciou sua carreira de ilustrador e pintor na década de oitenta, quando trabalhava na Folha de São Paulo, depois de ter atuado, sempre como jornalista e crítico musical, na revista Veja e em O Estado de S. Paulo. Ilustrou, entre muitos outros, a coleção, "Os Grandes Nomes da Literatura Internacional" (Riográfica, hoje Editora Globo), a Odisseia, de Homero (tradução de Odorico Mendes, Edusp), Com Palmos Medida (organização de Flávio Aguiar, Boitempo), etc. É autor do painel "De Saulo a Tarso a São Paulo", de 118m2, hoje no SESC-Itaquera, além de "O Triunfo de Dom Quixote", no SESC-Ipiranga, relativos, respectivamente, aos 450 anos da fundação de São Paulo, e aos 400 anos da edição do Dom Quixote de la Mancha, de Cervantes. Expôs, como pintor, no Brasil e no Exterior. É autor de vários livros, entre os quais, Vila Madalena, Crônica Histórica e Sentimenta, (Boitempo) e, com Helder Perri Ferreira, A Origem dos Nomes dos Municípios Paulistas (Cepam, IMESP).
  • Francesco Petrarca
    Francesco Petrarca (1304-1374) foi poeta e humanista italiano, famoso, principalmente, devido ao seu romanceiro. É considerado o inventor do soneto, poema composto de 14 versos. Pesquisador e filólogo, divulgador e escritor, é tido como o "pai do Humanismo". Mas esse grande latinista deve sua fama principalmente a seus poemas, redigidos em italiano.  Trabalhou em vários e diferentes empregos burocráticos, tendo assim mais tempo livre para trabalhar em seus escritos. Ao ser lançada a sua primeira grande obra, Africa, Petrarca se torna uma celebridade na Europa. Viajou intensamente pela Europa e trabalhou como embaixador. Gostava muito de escrever cartas e tinha em Boccaccio um de seus mais notáveis amigos. Durante suas viagens, colecionou manuscritos latinos antigos e assim tornou-se um dos primeiros a redescobrir o conhecimento da Roma e Grécia Antigas. Entre outras realizações, participou da primeira tradução latina de Homero e em 1345 descobriu pessoalmente uma inédita coleção de cartas de Cícero. Doou sua notável biblioteca de manuscritos para a cidade de Veneza, onde hoje fazem parte do núcleo da Biblioteca Marciana.  

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