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Orlando Furioso – Tomo I

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R$120,00 R$48,00

Livro de devolução. Miolo em perfeito estado, capa com avarias

“Eu não sou quem pareço”, diz Orlando, enfurecido de paixão amorosa. Sua figura tresloucada era o que sobrara do paladino cristão, exemplo de sensatez. Narrada, ou melhor, cantada pela insuperável poesia de Ludovico Ariosto, criador de um universo que fascinou Cervantes e Voltaire, Bandeira e Borges. Publicado há quase cinco séculos (1516, com edição definitiva em 1532), Orlando Furioso é contemporâneo de nosso mundo, sempre a ponto de enlouquecer por “armas e amores”. Este primeiro volume em edição bilíngue e ilustrada por Gustave Doré traz 23 dos 46 cantos desta obra-prima da literatura mundial.

Introdução, Tradução e Notas: Pedro Garcez Ghirardi
Ilustrações: Gustave Doré

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1 avaliação para Orlando Furioso – Tomo I

  1. Roberto Eduardo Trottenberg

    O livro é simplesmente perfeito, na minha opinião uma verdadeira obra de arte, parabéns Atelie Editorial

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Informação adicional

Peso 1.500 kg
Dimensões 18 × 27 × 3.9 cm
Ano

2011

Edição

1ª edição

Encadernação

Capa dura, Ilustrado

ISBN

978-85-7480-529-0

Páginas

664

Autor(es)

  • Ludovico Ariosto
    Ludovico Ariosto (1474-1533) foi poeta italiano. Filho de um membro do tribunal de Ferrara, estudou Direito, abandonando a carreira para dedicar-se à poesia. Estudou os poetas latinos e a composição de seus versos. A obra de Ariosto é vasta: Poesias Líricas Latinas (1493/1503), Sátiras, peças de teatro etc. Sua obra mais famosa é o poema Orlando Furiosoque seria a continuação de uma obra anterior de Matteo Maria Boiardo intitulada Orlando Enamorado. O poema, composto de 46 cantos em sua versão final, alcançou grande sucesso, por ocasião de sua publicação. Nele, o poeta ridiculariza a nobreza feudal em decadência, ao mesmo tempo que prenuncia o novo homem da Renascença. Além do seus aspectos sociais, a obra consegue unir um enredo fantástico a uma versificação harmoniosa. Narra uma série de episódios que derivam de épicos, romances e poesia heroica da Idade Média, destacando-se três histórias nucleares à volta das quais as outras se formam: o amor de Orlando por Angelica - a de maior importância; a guerra entre cristãos (liderados por Carlos Magno) e mouros (liderados por Agramante) perto de Paris - que constitui o cenário épico para toda a narrativa; e o amor entre Rogério e Bradamante - uma cortesia literária em honra da família Este, que se supõe descendente daquelas duas personagens.