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Quarto Livro dos Fatos e Ditos Heroicos do Bom Pantagruel, O

(4 avaliações de clientes)

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O Quarto Livro dos Fatos e Ditos Heroicos do Bom Pantagruel, o mais radicalmente satírico de toda a obra de Rabelais, reflete, na história de sua publicação, os perigos aos quais o próprio Rabelais se expôs, no fim da vida. Uma primeira edição parcial foi publicada em 1548, em Lyon. Em 1552, sai a edição definitiva, em Paris. Ao mesmo tempo, correm boatos de que Rabelais havia sido levado “acorrentado” à prisão. Nada se prova, mas o famoso médico e escritor desaparece, e morrerá, em circunstâncias desconhecidas, no ano seguinte. Teria presumíveis 70 anos, ou talvez mesmo 59. O livro tem como pressuposto continuar as aventuras do Terceiro Livro, onde Panurge busca resolver a dúvida se deve casar-se ou não.

Tradução, Introdução, Notas e Comentários: Élide Valarini Oliver
Ilustrações: Gustave Doré
Coedição: Editora Unicamp

 

4 avaliações para Quarto Livro dos Fatos e Ditos Heroicos do Bom Pantagruel, O

  1. José

    Livro fabuloso e edição excelente. Está nos planos da editora lançar os outros 3 volumes num futuro próximo?

    • Ateliê

      Prezado José

      Sim, estamos preparando os dois livros que faltam: o primeiro e o segundo. O Terceiro livro já foi publicado e está disponível. Como são livros independentes, a tradutora começou pelos dois últimos, que são os menos traduzidos.

  2. Fellipe Rodrigues

    Excelente…. edição impecável….vi no comentário anterior que vocês estão preparando os outros dois livros que faltam…. Esses livros saem ainda esse ano ? Oi vI demorar mais pouco ?

  3. José

    Grato pela resposta, já possuo o terceiro livro. Referi-me aos “outros 3 volumes” porque estava contando com o volume 5, o qual foi publicado postumamente e cuja autoria é duvidosa, mas só em saber que vocês irão publicar o volume 1 e 2 já é excelente.

  4. João Paulo

    Em 2030 saí o volume 1 e 2

    • Ateliê

      Os volumes 1 e 2 estão em produção.

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Sumário

Cronologia

Introdução

  • O Quarto Livro
  • A Viagem
  • A Tradução
  • Os Comentários
  • Nota sobre a Tradução

O QUARTO LIVRO DOS FATOS E DITOS HEROICOS DO BOM PANTAGRUEL

Ao Muito Ilustre Príncipe e Reverendíssimo Monsenhor Odet Cardinal de Chastillon

Prólogo do Autor Sr. François Rabelais para o Quarto Livro dos Fatos e Ditos Heroicos de Pantagruel

Cap. 1 – Como Pantagruel pôs-se ao mar para visitar o oráculo da Diva Bacbuc

Cap. 2 -Como Pantagruel na ilha de Medamothi comprou muitas coisas belas

Cap. 3 – Como Pantagruel recebeu cartas de seu pai Gargântua…

Cap. 4 – Como Pantagruel escreveu a seu pai Gargântua…

Cap. 5 – Como Pantagruel encontrou uma nau de viajantes…

Cap. 6 – Como Panurge negociou com Dindenault uma de suas ovelhas

Cap. 7 – Continuação da negociação entre Panurge e Dindenault

Cap. 8 – Como Panurge fez afogar ao mar o mercador e as ovelhas

Cap. 9 – Como Pantagruel chegou na ilha Enasin…

Cap. 10 – Como Pantagruel desceu na ilha Cheli…

Cap. 11 – Por que os monges ficam de bom grado na cozinha

Cap. 12 – Como Pantagruel passou procuração…

Cap. 13 – Como o senhor de Basché louva suas gentes

Cap. 14 – Continuação dos chicanudos espancados na casa de Basché

Cap. 15 – Como através dos chicanudos são renovados os antigos costumes de bodas

Cap. 16 – Como Frei Jan faz um ensaio sobre a natureza dos chicanudos

Cap. 17 – Como Pantagruel passou pelas ilhas de Thohu e Bohu…

Cap. 18 – Como Pantagruel evadiu uma forte tempestade no mar

Cap. 19- Que procedimento tiveram Panurge e Frei Jan durante a tempestade

Cap. 20 – Como os navegantes abandonam os navios ao forte vento da tempestade

Cap. 21 – Continuação da tempestade…

Cap. 22 – Fim da tempestade

Cap. 23 – Como Panurge vira o corajoso companheiro

Cap. 24 – Como Frei Jan declarou que Panurge teve medo sem causa durante a tempestade

Cap. 25 – Como Panurge desceu na ilha de Macreons

Cap. 26 – Como o bom Macróbio conta a Pantagruel sobre a morada e discessão dos heróis

Cap. 27 – – Como Pantagruel raciocina sobre a discessão das almas heroicas…

[…]

Cap. 67- Como Panurge por mau medo se cagou e o grande gato Rodilardus que pensou ele fosse um diabrete

Breve Declaração

Bibliografia

Informação adicional

Peso 1.172 kg
Dimensões 18 × 27 cm
ISBN

978-85-7480-709-6

Páginas

456

Edição

Ano

2015

Encardenação

Capa dura

Autor(es)

  • François Rabelais
    François Rabelais (1494-1553) foi escritor, padre e médico francês do Renascimento. Ficou para a posteridade como o autor das obras-primas cômicas Pantagruel e Gargântua, que exploravam lendas populares, farsas, romances, bem como obras clássicas. O escatologismo foi usado para condenação humorística. A exuberância da sua criatividade, do seu colorido e da sua variedade literária asseguraram a sua popularidade. Foi um sacerdote de fraca vocação, erudito apaixonado pelo saber, de espírito ousado e com propensão para as novidades e para as reformas. Depois de aparentemente ter estudado Direito, tornou-se franciscano e iniciou os seus contatos com o movimento humanístico, trocou correspondência com G. Budé e com Erasmo de Roterdam. Depressa adquiriu fama de grande humanista junto dos seus contemporâneos, mas a sátira religiosa, o humor escatológico e as suas narrativas cômicas abriram-lhe o caminho para a perseguição. A sua vida estava dependente do poder de várias figuras públicas, nos tempos perigosos de intolerância que se viviam na França. Por ordem da Sorbonne, viu confiscados os seus livros, tendo então passado para a ordem dos beneditinos. Interessou-se pelo Direito e sobretudo pela Medicina. Médico em Lyon, aí publicou uma edição dos Aforismos de Hipócrates, Pantagruel (1532), seguido por Gargântua (1534). A proteção do cardeal J. Du Bellay salvou-o da repressão da Sorbonne que lhe condenara a obra. Depois de receber a permissão para o abandono do hábito, obteve o doutoramento em Medicina.  O Quarto Livroconcluído em 1552, só foi publicado 11 anos após a sua morte. Pretendeu libertar as pessoas da superstição e das interpretações adulteradas que a Idade Média alimentara, não indo entretanto contra o Evangelho nem contra o valor divino. A obra de Rabelais constituiu uma das mais originais manifestações da crença do homem nas suas capacidades, simbolizadas pelo gigantismo das personagens. Inimigo da Idade Média, atacou a cavalaria, a mania conquistadora, o espírito escolástico e sobretudo o sistema de educação.  

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