Promoção!

Sonetos (ed. antiga)

R$26,80 R$18,76

O desejo de plenitude amorosa, as dificuldades existenciais e a injustiça dos homens estão entre os grandes temas do Renascimento presentes na lírica de Camões. Ricos em antíteses e metáforas, seus sonetos estão entre as mais belas expressões literárias da língua portuguesa. A voz reflexiva que se ergue desses versos produz a elevação do espírito e o entusiasmo verbal. Esta edição traz os poemas mais representativos do acervo camoniano, comentados por dois experientes professores de Literatura.

Prefácio e Notas: Izeti F. Torralvo e Carlos C. Minchillo
Ilustrações: Hélio Cabral

Em estoque

Avaliações

Não há avaliações ainda.

Seja o primeiro a avaliar “Sonetos (ed. antiga)”

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sumário

Introdução

Sonetos

1. Eu cantarei de amor tão docemente

2. Enquanto quis Fortuna que tivesse

3. Pois meus olhos não casam de chorar

4. Se tanta pena tenho merecida

5. Tanto de meu estado me acho incerto

6. Quando da bela vista e doce riso

7. Num tão alto lugar, de tanto preço

8. Amor é um fogo que arde sem se ver,

9. Vós que, de olhos suaves e serenos,

10. Vossos olhos, Senhora, que competem

11. Quem diz que Amor é falso ou enganoso

12. Senhora, se de vosso lindo gesto

13. Contente vive já, vendo-me isento

14. Um mover d’olhos, brando e piedoso,

15. Quem vê, Senhora, claro e manifesto

16. De quantas graças tinha, a Natureza

17. Tornai essa brancura à alva açucena,

18. Ondados fios de ouro reluzente,

19. Num bosque que das Ninfas se habitava,

20. Chorai, Ninfas, os fados poderosos,

21. Amor, que o gesto humano n’alma escreve,

22. Transforma-se o amador na cousa amada,

23. Posto me tem Fortuna em tal estado,

24. Aquela triste leda madrugada,

25. Quando o sol encoberto vai mostrando

26. Alma minha gentil, que te partiste

27. Ah! Minha Dinamene, assi deixaste

28. O céu, a terra, o vento sossegado;

29. Cara minha inimiga, em cuja mão

30. Doces águas e claras do Mondego,

31. Senhora minha, se a Fortuna imiga,

32. Aqueles claros olhos que chorando

33. Quando de minhas mágoas a comprida

34. A formosura desta fresca serra

35. Alegres campos, verdes arvoredos,

36. Já tempo foi que meus olhos folgavam

37. Julga-me a gente toda por perdido

38. O tempo acaba o ano, o mês e a hora,

39. Sete anos de pastor Jacob servia

40. Cá nesta Babilônia, donde mana

41. O dia em que eu nasci moura e pereça,

42. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,

43. Doce sonho, suave e soberano,

44. Apolo e as nove Musas, descantando

45. Busque Amor novas artes, novo engenho,

46. Erros meus, má fortuna, amor ardente

47. Se as penas com que Amor tão mal me trata

48. Com voz desordenada, sem sentido,

49. Em prisões baixas fui um tempo atado,

50. Ah, Fortuna cruel! Ah, duros Fados!

51. Correm turvas as águas deste rio,

52. Verdade, Amor, Razão, Merecimento

53. “Não passes, caminhantes!” “Quem me chama?”

54. Desce do Céu imenso, Deus benino,

55. Os reinos e os impérios poderosos,

56. Vencido está de Amor meu pensamento,

57. Está o lascivo e doce passarinho,

58. Pede-me o desejo, Dama, que vos veja,

59. Como quando do mar tempestuoso,

60. De vós me aparto, ó vida! Em tal mudança,

61. Na ribeira de Eufrates assentado,

Redondilhas

1. Descalça vai pera a fonte

2. Na fonte está Lianor

3. Os bons vi sempre passar

4. Sobre os rios que vão

Canção

Canção

Odes

Nunca manhã suave

Fogem as neves frias

Biografia

Bibliografia

Índice Alfabético dos Sonetos

Autor(es)

  • Luís de Camões
    Luís Vaz de Camões (ca. 1524- ca. 1580) é considerado uma das maiores figuras da literatura portuguesa e um dos grandes poetas do Ocidente. Pouco se sabe com certeza sobre a sua vida. Frequentou a corte de D. João III, iniciou a sua carreira como poeta lírico e envolveu-se, como narra a tradição, em amores com damas da nobreza e possivelmente plebeias, além de levar uma vida boêmia e turbulenta. Diz-se que, por conta de um amor frustrado, autoexilou-se na África, alistado como militar, onde perdeu um olho em batalha. Voltando a Portugal, feriu um servo do Paço e foi preso. Perdoado, partiu para o Oriente. Passando lá vários anos, enfrentou uma série de adversidades, foi preso várias vezes, combateu ao lado das forças portuguesas e escreveu a sua obra mais conhecida, a epopeia nacionalista Os LusíadasDe volta à pátria, publicou Os Lusíadas e recebeu uma pequena pensão do rei D. Sebastião pelos serviços prestados à Coroa, mas nos seus anos finais parece ter enfrentado dificuldades para se manter.

Informação adicional

Peso 0.210 kg
Dimensões 12 × 18 × 0.13 cm
Ano

2011

Edição

5a edição

Encadernação

brochura, costurado

ISBN

978-85-7480-539-9

Páginas

224